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Alimtentação Equilibrada - "Os três Alimentos do Natal" - ZEN Energy nº11
04 / 12 / 2009

Vejamos então, em primeiro lugar, a comida.

Todas as grandes celebrações da vida são realizadas à volta da mesa e o Natal, não sendo excepção, é um exemplo de mesa farta e, infelizmente, das menos saudáveis, não apenas pelo tipo de alimentos, mas pela quantidade excessiva de fritos, gorduras, queijos amanteigados, curados e doces. O que podemos fazer
para minimizar os estragos que esta época faz na nossa saúde? Eis algumas sugestões:

  • Para quem gostar, pode substituir o bacalhau ou peru por um belo assado de seitan. Se não for capaz, pelo menos acompanhe os mesmos com salada e legumes em vez de arroz e batatas, pois assim evita a incompatibilidade entre Os três alimentos do Natal as proteínas animais e os hidratos de carbono e a sua consequente fermentação intestinal.

  • Evite os fritos ou, pelo menos, diminua o consumo. Sempre que possível prefira assados.

  • Quanto aos queijos, opte pelo queijo fresco ou requeijão, em vez dos amanteigados e curados.

  • Não encha a mesa com doces, pois quanto mais variedade tiver, mais vai comer.

  • Aproveite os benefícios de outros alimentos que o podem saciar e assim impedir que coma tantos doces, como é o caso das nozes, avelãs, pinhões e amêndoas, pois todos eles são ricos em ácidos gordos essenciais, cálcio e magnésio em diferentes proporções. Os damascos secos, as tâmaras e os figos são também uma escolha mais saudável do que os doces tradicionais.

  • Procure caminhar algum tempo. Não se deixe ficar sentado a comer todo o dia.

  • Evite comer até estar demasiadamente enfartado.

  • Beba infusões de plantas que ajudam o fígado e a vesícula na digestão das gorduras, como o boldo e
    dente de leão, de preferência três vezes por dia.

Alimentação Moderada

Na quadra natalícia, a maioria das pessoas come como se o mundo fosse acabar e tivessem que acumular reservas. Acontece, que nos dias seguintes ficam doentes. É uma estranha forma de celebrar a vida! Em segundo lugar, somos nutridos pelo amor e carinho dos nossos familiares, amigos e pelo espírito global de amor e harmonia que paira na atmosfera. A minha memória de infância mais feliz é justamente a época natalícia, cujo ponto mais alto era quando o Pai Natal descia pela chaminé da cozinha causando um grande estrondo ao aterrar (um truque sabiamente realizado pela minha avó) deixando várias prendas espalhadas para toda a família. Era mágico! Aos 10 anos fui informada que o Pai Natal não existia, o que foi uma grande tristeza para mim, pois quebrou-se a magia. Naquela época, não existiam centros comerciais, nem consumismo em larga escala fosse de comida ou de prendas, mas existia magia no ar, harmonia, paz, simplicidade e valorizava-se profundamente a presença de todos. Hoje em dia, por vezes os encontros familiares são fonte de discórdia sobre quem vai, onde vai, o que preparam para comer, o que devem ser as prendas, etc. Está ao nosso alcance acreditar na magia de novo. Poucos anos depois voltei a acreditar no Pai Natal, não como um ser físico, mas a energia natalícia idealizada por todos, na sua expressão de dádiva, harmonia, paz e boa vontade entre todos os povos. E isso existe em quem acreditar. Na realidade, nós apenas somos capazes de ver no exterior o que está no nosso coração. Se acreditarmos que o mundo é mau é só isso que os nossos olhos vão alcançar, mas se acreditarmos na magia da vida, podemos ver milagres a acontecerem. O Natal é fértil em milagres quando o nosso coração é receptivo e se enche de tolerância, aceitação, perdão, confiança e bons propósitos.

Natal: Sinónimo de paz e equilíbrio

Por fim, o mais importante e o mais negligenciado, o alimento espiritual. Afinal, o que é o Natal? Uma reunião de família? Uma festa gastronómica? Esta época celebra-se porque Jesus nasceu. ELE é o aniversariante, mas que raramente tem um lugar à mesa, que raramente é felicitado, que raramente recebe algum presente! Nos nossos aniversários celebramos a nossa vida, no aniversário de Jesus, ELE é esquecido! Se olharmos para o que o Natal realmente é, daremos menos importância ao que vamos comer ou às prendas que vamos trocar, mas poderemos fazer uma reflexão profunda sobre o significado da vida e fazer uma renovação interior, renascer. Esse, sem dúvida, seria o melhor presente a oferecer à divindade que habita em nós e a todos os seres, pois a nossa mudança interior reflecte-se à nossa volta. Renascer pela consciência do amor incondicional que Cristo nos transmitiu pelo seu exemplo de vida. O Natal é a Festa da Luz e, por isso, decoram-se as casas e as ruas. Contudo, a luz principal é a que ilumina e preenche o nosso coração e a nossa alma, composta pelo amor, pela fé e pela esperança de um novo e melhor dia para toda a humanidade. A quadra é AGORA! A escolha pertence a cada um. Feliz Natal!

 
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