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A dinâmica da alimentação infantil na Nova Era - ZEN Junho 2010
25 / 06 / 2010

Este é um artigo publicado na revista ZEN de Junho 2010. Foi formatado para fácil leitura neste website, para ver a versão original do artigo, descarregue aqui o ficheiro PDF.

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As crianças são sempre a esperança de um futuro melhor,mais positivo e mais brilhante para cada geração ao longo da história. Mas hoje vivemos num época sem precedentes que vê nascer a cada dia crianças com uma vibração muito elevada e uma luz espiritual belíssima. São as crianças índigo e cristal, cuja missão é trazer Luz e Amor incondicional às nossas vidas e um novo olhar sobre a vida.

A sua sensibilidade é muito apurada e expressa-se em todos os níveis. Neste texto vou apenas abordar alguns aspectos sobre o campo da alimentação.

Já foram conduzidas várias experiências com crianças que estando doentes escolhiam os alimentos mais benéficos para o seu estado de saúde, deixando de lado os que não são saudáveis. Isto mostra-nos que a sabedoria interior da criança é facilmente guiada no caminho correcto se isso lhe for proporcionado.Infeliz-mente, muitas vezes insiste-se com as crianças para comerem alimentos que elas naturalmente rejeitam, mas é ‘preciso’ seguir os padrões instituídos. Isto acontece sobretudo com a carne e os lacticínios.

A saúde das crianças

As crianças índigo e cristal são muito sensíveis ao sofrimento dos animais e têm tendência a rejeitar a carne, mesmo pela vibração elevada que possuem não querem alimentos de vibração densa. Em geral, preferem peixe e pontualmente frango ou peru, assim como também não são adeptos de lacticínios em excesso. Muitas vezes isto é um factor de preocupação para os pais, mas se elas tiverem uma alimentação equilibrada terão todos os nutrientes para crescerem saudáveis. Precisamos de repensar seriamente os padrões alimentares perante factos que surgem diante dos nossos olhos diariamente. Quando somos informados que cerca de 50 crianças (e até bebés) são vítimas de AVC por ano, precisamos de nos questionar. Perante a epidemia de diabetes, cancro, obesidade, doenças nas crianças, precisamos de nos questionar! A saúde das crianças, excluindo factores genéticos e ambientais, vai depender do que elas comem. Não podemos esperar que seja tarde demais para questionar. Em matéria de saúde, cada um de nós é o principal interessado na mesma, não é a indústria alimentar, nem a indústria farmacêutica!

Sugestões práticas para crianças e famílias

É importante que os pais sejam o exemplo para os filhos, pois dizer «olha para o que eu digo e não para o que eu faço», não resulta com a apurada inteligência, sabedoria e intuição destas crianças que quando nos olham, lêem a nossa alma. Deixo algumas sugestões práticas para as crianças e para toda a família:

  1. Diminuir o consumo de carnes vermelhas ou evitá-las totalmente.
  2. Lacticínios em excesso impedem que as crianças comam mais fruta e legumes.
  3. O leite de amêndoas (feito em casa) é uma excelente fonte de cálcio (superior ao leite de vaca) e proteínas, ao qual pode ser adicionado fruta constituindo assim um pequeno-almoço ou lanche muito nutritivo.
  4. Não são necessárias bebidas como cola, refrigerantes ou chás com açúcar que apenas viciam o paladar e contribuem para a obesidade. Um sumo de cenoura simples, ou com um pouco de maçã, ou com uma folha de couve-galega é a bebida ideal para uma criança ao almoço ou jantar, especialmente se tiver alguma resistência aos legumes. A couve-galega por cada 100gr, contém 676mg de cálcio, enquanto o leite de vaca contém 123mg. Estes dados encontram-se na Tabela de Alimentos do Instituto Ricardo Jorge.
  5. Mousses de chocolate podem ser substituídas por abacate ou banana triturada à qual se pode adicionar um pouco de cacau magro, ou um pouco de farinha de alfarroba, podendo ser consumida fresquinha numa tarde de Verão não viciando o paladar. Quando as crianças provam este tipo de sabor preferem-no aos doces artificiais e é muito mais saudável.
  6. Por fim, a questão dos legumes que levanta quase sempre uma pequena batalha alimentar entre pais e filhos. De novo, em primeiro lugar, os pais precisam de ser exemplo, pois a aceitação de novos sabores para a criança é facilitada quando sente que os familiares gostam desses mesmos alimentos. Por vezes, facilita uma pequena recompensa para estimular o consumo de legumes, mas deve ser algo que não seja um alimento: uma ida ao parque, ao cinema, um brinquedo. Seja recompensa for um doce vai acentuar o desagrado pelos legumes. Outro aspecto é tentar repetidamente dar o mesmo legume, pois em geral a atitude mais comum é a rejeição imediata a algo novo e a imposição ou castigo não surte nenhum efeito positivo, pelo contrário. Contudo, colocar no prato esse legume com frequência vai ajudar a que a criança se adapte a vêlo e naturalmente irá comer. Também é importante criar histórias divertidas à volta dos legumes, por exemplo, a história do Popeye e dos espinafres, encontrar exemplo de crianças que são desportistas, actores e que comem legumes ajuda a incentivar o desejo de comer verduras para seguir o exemplo do seu ‘ídolo’. Variar a forma de cozinhar legumes também é fundamental: cozidos no vapor (ficam saborosos e não perdem os sais minerais, não sendo assim necessário utilizar sal), grelhados, salteados, assados, em sumos, em purés (por exemplo, puré de cenoura, abóbora, brócolos).

 
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