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Ame-se - ZEN Julho 2010
12 / 07 / 2010
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Este é um artigo publicado na revista ZEN de Julho 2010. Foi formatado para fácil leitura neste website, para ver a versão original do artigo, descarregue aqui o ficheiro PDF.

«Bem-me-quer, Mal-me-quer! Bem-me-quer, Mal-me-quer». Esta ladainha era pronunciada vezes sem conta e o malmequer ia sendo desfolhado até dar a resposta tão desejada: BEM-ME-QUER. Este era um inocente jogo feito na minha infância com as amiguinhas na escola para ver se algum rapaz gostava de nós. Na nossa inocência e ingenuidade íamos desfolhando as belas flores, sem perceber ilusões que íamos criando.

Pela vida fora, vamos desfolhando belas partes do nosso ser, na esperança de sermos amados, não compreendendo que todo o amor existe em nós ou deveria existir. O mundo exterior é o nosso reflexo. Procuramos compensar a nossa falta de auto-estima, melhor dizendo, auto-amor, o amor por nós, por estes seres belos e divinos que somos, com relacionamentos nos quais damos tudo, ansiando por carinho, cumplicidade, respeito, amor. E tantas vezes, o retorno está muito longe do desejado e depois ficamos tristes, deprimidos e os relacionamentos vão-se deteriorando.

Respeite-se e ame-se

Um relacionamento feliz, seja conjugal, paternal, filial, com amigos, requer, como premissa principal, o respeito e amor por mim. Se me amar e respeitar, vou respeitar os outros também e não querer que eles ajam em função das minhas necessidades ou das minhas carências afectivas. Há dois mil anos, Jesus disse que o Mandamento principal era «Amar o próximo como a nós mesmos e a Deus acima de todas as coisas». Ou seja, se não me amar, nem mesmo a Deus, serei capaz de amar, o que faz todo o sentido. Se eu sinto que Deus me criou, ou que sou um ser divino como posso não me amar, como posso eu estar perante a Fonte da Vida, sem amor por mim?

Todo o processo de mudança tem que ser sentido

Para que esta mudança se processe, há uma pergunta fundamental: «Quem Sou Eu?». Esta é a chave que muda a nossa vida e a frequência do nosso padrão cerebral, mas a resposta só eu a posso encontrar. Do mesmo modo como quando se diz a alguém que é muito bonita, se a sua auto-estima for baixa essa pessoa não vai acreditar. Se eu disse a alguém que é um ser divino, se esta pessoa não o sentir, não irá acreditar e nada se altera. Por isso, todo o processo de mudança é individual e tem que ser sentido no coração. Podemos falar de muitas técnicas mentais para elevar a auto-estima, melhorar a imagem, emagrecer, cirurgias estéticas mas, em última análise, nenhuma vai funcionar se não acontecer o clik interior do coração que acorda para a vida e para a sua divindade e aí surge a Primavera e nenhum malmequer tem que ser desfolhado, pois sabemos que todos nos querem bem, e que todo o Universo conspira a nosso favor, a cada segundo que passa, para o nosso Bem Superior. No silêncio de cada amanhecer, escutem a voz que vos saúda para um novo e belo dia, pois é a vossa Divindade Interior que vos sussurra palavras de amor ansiando que possam acordar verdadeiramente para essa essência divina e maravilhosa que cada ser humano é, à face de todo este planeta. Escutem o silêncio, sigam a vossa intuição sem medo, o caminho está diante de vós e a Divindade abraça-vos.

Namastê.

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