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Sal: o vilão do coração
15 / 05 / 2014

Sal: o vilão do coração

Os primeiros registos do sal remontam os 5 mil anos, nos tempos do Egipto, Babilónia, China e civilizações pré-colombianas. Por ser escasso e de acesso limitado, especialmente às populações costeiras, tornou-se muito precioso e vendido a preço de ouro, sendo até chamado de ouro branco. 
 
Como curiosidade, a origem da palavra salário, vem do costume romano de pagar parte da remuneração dos soldados em sal. Foi alvo de muitas disputas pelo seu domínio e distribuição ao longo dos séculos, tornando-se no século passado na década dos anos trinta o gatilho do movimento de desobediência civil liderada por Gandhi contra os ingleses.
 
Existem vários tipos de sal:
  • Sal refinado, um dos mais consumidos no mundo e que possui menos nutrientes pelo processo químico que lhe garante o refinamento
  • Sal grosso, não passa pelo refinamento e por isso conserva mais nutrientes
  • Sal marinho, é o resultado da evaporação da água do mar. Pode ser refinado ou não refinado
  • Flor de sal é o resultado dos cristais da camada externa das salinas após a evaporação da água do mar. Os seus grãos são transparentes e delicados e deve ser adicionado no final da preparação dos alimentos ou nas saladas
  • Sal rosa dos Himalaias, é considerado um dos mais antigos e mais puros do mundo, é produzido nas montanhas dos Himalaias e o seu sabor é suave. Tem quase metade do sódio do sal comum e possui mais de 80 minerais como cálcio, magnésio, potássio, cobre e ferro. Na minha opinião, é mesmo o melhor para a nossa saúde
Aumente o consumo de frutas e verduras
 
Além de ser importante reduzir o consumo de sal no controlo da hipertensão, é fundamental aumentar o consumo de alimentos ricos em potássio como as frutas e as verduras. 
 
Cada vez mais temos de adquirir consciência dos nossos hábitos alimentares e do reflexo que vão ter na nossa saúde ou doença. 
 
Não podemos colocar essa responsabilidade em mãos alheias, pois a vida é preciosa e única.
 
O corpo humano precisa de pouco sal
 
O corpo humano precisa de pouco sal, entre 2,5 e 5,0gr por dia (ou seja, 1 colher de café diária) e esta quantidade existe nos próprios alimentos. O sal em excesso torna-se um grande vilão para a nossa saúde. O sódio (principal componente do sal) excessivo na alimentação é um dos factores que causam: hipertensão, problemas cardiovasculares, doenças renais. Além destas já bem conhecidas do público em geral e da sua causa, várias investigações científicas lideradas pelas faculdades de medicina de Yale e Harvard têm revelado uma ligação entre o excesso de sal e as doenças auto imunes como esclerose múltipla, diabetes tipo I e artrite reumatóide, não como factor único, mas sim mais um na lista de factores que promovem estes problemas, portanto, a ser considerado com seriedade.
 
Diminua a probabilidade de desenvolver hipertensão
 
Deve-se evitar a ingestão de sal pelas crianças, pois os seus receptores de sabores, muito mais sensíveis do que os dos adultos, resultam em que a criança fique viciada no sal (tal como acontece com o açúcar) e quanto maior for a sua ingestão na infância, maior é a probabilidade de desenvolver hipertensão na idade adulta.
 
Como diminuir o sal nas suas refeições
  1. Ir colocando cada vez menos de semana a semana para se ir habituando sem ‘sacrifício’
  2. Evitar todo o tipo de caldos concen trados, molhos, enchidos, refeições pré-preparadas, pois todos estes contêm muito mais sal do que imagina
  3. Usar mais ervas aromáticas (salsa,coentros, hortelã, cebolinho, tomilho, salva, alecrim, louro, manjericão) e/ou especiarias (cravinho, pimenta caiena, açafrão, caril, noz-moscada, cominhos) e sumo de limão ou gengibre
  4. Substituir o sal por tamari ou gomásio (sementes de sésamo trituradas com sal marinho não refinado)
  5. Ler os rótulos com atenção à percentagem de sódio (Na), procurando produtos que contenham a menor quantidade

 

 
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